AZEITE TRUFADO - CAIXA MADEIRA

AZEITE TRUFADO - CAIXA MADEIRA
Descrição

Detalhes

Azeite Trufado em Caixa de Madeira

>> Azeite Trufa Branca 100ml

>> Caixa de Madeira

 
 
Informação Adicional

Informação Adicional

Sobre Produtos

Tartuferia San Paolo

A Tartuferia San Paolo nasceu de uma curiosidade gastronômica que, com o tempo, transformou-se num verdadeiro caso de amor por trufas italianas.

Tudo começou nas viagens que Carlos, Lalo e Rogério fizeram à Itália tendo, como parada obrigatória, provar as magníficas trufas italianas. Uma experiência gastronômica única e inesquecível.

De volta ao Brasil, a tradição e o sabor inconfundível da trufa deixou no ar uma sensação quase palpável: que bom seria podermos degustar pratos com trufas todos os dias do ano.

A vida seguiu seu rumo, até que se encontraram, Carlos Eduardo de Almeida Claro, executivo de multinacionais, Rogério Aneas Buldo, executivo do mercado financeiro e Lalo Zanini, empreendedor na área de gastronomia, e formaram esta inusitada parceria para criar um projeto único e inovador.



História da Trufa (fonte do site tartuferiasanpaolo.comm.br)

 

Contar a história da trufa é contar a história da civilização.

O aroma intenso e o sabor marcante das trufas conquistaram, não por acaso, espaço em culturas e cardápios ao redor do mundo.

A palavra "tabarli", ou cogumelo subterrâneo, foi encontrada pela primeira vez em escrituras que datam de 3.500 a.C. No terceiro milênio antes de Cristo, em tábulas gravadas em cuneiforme e encontradas em Mari, na Mesopotâmia, trufas são mencionadas como prato digno de reis.

A palavra "tigla", ou cogumelo em armênio, termo ligado a "teckel", cão farejador, era usado em 1.700 a.C.

O faraó Quéops as servia em sua mesa real. Beduínos do Kalahari e aborígines australianos as procuravam no deserto por gerações a fio. Existem registros da presença de trufas na dieta dos antigos povos da Suméria – que as misturavam com cevada, grão de bico, lentilhas e mostarda – e durante o tempo do Patriarca Jacob em torno de 1700-1600 a.C..

A aura de mistério que envolve a trufa é extensa.

Maomé menciona no Sahib Muslim, Livro 23, capítulo 27, que trufas eram um tipo de maná enviado por Alá ao povo de Israel via Moisés, e que seu suco era um bom remédio para os olhos.*

Trufa – tartufo em italiano – é um tipo de funghi raro e difícil de encontrar.

A trufa aparece como que por um capricho da natureza em meio às raízes de Carvalhos, Castanheiras, Aveleiras, Salgueiros, Álamos, Pioppo, Tília e Coníferas. Os esporos disseminados por animais e insetos, e presentes no meio ambiente, entram em simbiose com as plantas. Em meio às suas raízes frutificam sob o solo, subterrâneas, de modo aleatório. 

 

A caça à trufa é uma verdadeira caça ao tesouro e é realizada da mesma maneira há séculos. Os preços chegam às alturas, pois além de difíceis de encontrar, são extremamente apreciadas na gastronomia por seu sabor e aroma inusitados e encantadores.

 

As melhores trufas do mundo são encontradas em regiões de clima úmido e frio dos bosques italianos, os quais, por uma perfeita harmonia da natureza, preservam o sabor típico e o aroma inconfundível das trufas frescas.

Esses divertidos caçadores guiam o mestre trufeiro – ou tartufaio, como são conhecidos na Itália –, em meio aos bosques salpicados de árvores ancestrais. Basta farejar um pouco e cavar o solo para que o tartufaio – usando uma ferramenta especial, zappino, vanghetto ou vangarola –, possa extrair criteriosamente a iguaria do solo. Todo o cuidado é pouco, pois a trufa só tem valor se suas características originais estiverem intactas. 

 

Das 32 espécies de trufas, apenas algumas são utilizadas na gastronomia. As mais nobres, por seu aroma e sabor extremamente marcantes, são a Trufa Branca de Alba e a Trufa Negra Pregiato de Norcia, também conhecida como Trufa Negra de Perigórd.

Cada espécie traz sua própria diversidade de aromas e sabores inconfundíveis que há mais de 5.000 anos conquistam apreciadores exigentes em todo o mundo.

 

Existem milhares de espécies de trufas no mundo.

 

As melhores são encontradas na Itália, França e Espanha. As sublimes Trufa Branca de Alba, da região do Piemonte, e de San Miniato na Toscana, são consideradas as melhores trufas do mundo. Outras espécies de trufas brancas e negras são encontradas nas regiões de Emilia Romana, Marche, Umbria, Abruzzo, Molise, Basilicata e Calábria.

Trufas de menor qualidade são extraídas na China, Turquia, Iugoslávia, Norte da África e Estados Unidos.

 

No Leste Asiático também encontram-se variedades de trufas de comercialização proibida. São raramente utilizadas para fins culinários e possuem baixíssimo valor de mercado.

 

Ao contrário das trufas brancas, que não podem ser cultivadas pela ação do homem, existem hoje regiões de cultivo de trufas negras instaladas no Reino Unido, Estados Unidos, Espanha, Suécia, Austrália, Nova Zelândia e Chile.

 

Por volta de 400 a.C., Teofrasto, o sucesso de Aristóteles na Escola Peripatética, menciona as trufas e seu uso culinário em um texto. O filósofo grego Plutarco chegou a concluir que o tubérculo era produto da alquimia entre o solo úmido e o poder dos relâmpagos.

A Roma antiga nutria verdadeira avidez por trufas – em especial as pretas do Egito. As brancas, tidas hoje como as melhores do mundo, não eram tão apreciadas. Os romanos antigos mantinham a trufa em seu cardápio como uma verdadeira "comida dos deuses". As antigas receitas aconselhavam cozinhar as trufas sob cinzas e a comê-las com mel.

Gregos e romanos elogiaram esse fruto subterrâneo e atribuíram-lhe muitas virtudes, entre elas a de favorecer as "atividades amorosas".

No ano 1000 d.C., o grande médico árabe Aviceno prescrevia trufas a seus pacientes para curar inúmeros males.

Na Europa antiga, a trufa era conhecida como “alho dos ricos”, não apenas pelo sabor suave de alho como também porque era considerada uma iguaria como nenhuma outra. 

Na Idade Média, trufas eram consideradas uma maquinação do demônio até que François I, da França, as experimentou na Espanha durante seu cativeiro, as qualificou de "prato real" e as fez retornar ao cardápio e as popularizar.

Não sendo estabelecida sua origem com exatidão, a ciência, associada às crenças populares, encobriu as trufas em mistério ao ponto de não mais saberem se tratava-se de uma planta ou animal. O mito em torno deste tipo de funghi foi tamanho que se chegou a definir a trufa como uma degeneração do solo, alimento de bruxas e até mesmo do diabo.

Independentente da época, das crenças e dos mitos, o sabor e aroma agradáveis das trufas continuam a conquistar a humanidade. Uma paixão de mais mais de 5.000 anos.

 

* Frase extraída do livro Ganso Marisco e outros papos de cozinha de Breno Lerner

Avaliações

Nenhuma avaliação até o momento

Queremos saber sua opinião

Produto: AZEITE TRUFADO - CAIXA MADEIRA

Como você avalia este produto? *

 
1
2
3
4
5
Qualidade
Preço

Comentários do Cliente 0 item(s)